Saiba mais sobre as cidades inteligentes brasileiras

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As chamadas cidades inteligentes brasileiras estão avançando. Um ranking divulgado em estudo do IESE Business School revela que ocupamos 6 das 165 posições das principais smart cities do mundo. A saber: o conceito engloba tecnologia, automação, sustentabilidade e iluminação, sendo que este último item — seja iluminação pública e residencial — é um dos destaques. Por isso, este tema com certeza estará entre os diversos debates importantes de mercado na próxima Expolux, em julho de 2021. Porém, até lá você pode conferir um overview deste cenário.

Algumas das cidades inteligentes brasileiras

Na lista internacional, encontramos as seguintes cidades inteligentes brasileiras:

  • São Paulo/SP (a melhor colocada, na 116ª posição);
  • Rio de Janeiro/RJ (126ª);
  • Curitiba/PR (135ª);
  • Brasília/DF (138ª);
  • Salvador/BA (147ª);
  • Belo Horizonte/MG (151ª).

Para chegar ao resultado, foram consideradas questões como tecnologia, mobilidade e transporte, planejamento urbano, governança, meio ambiente, economia, coesão social, capital humano e alcance internacional.

Dessa forma, das grandes metrópoles, São Paulo se destaca pelos investimentos em mobilidade urbana, criando ciclofaixas e corredores de ônibus. Ao mesmo tempo, Curitiba inovou com o Ecoelétrico, uma frota de carros elétricos à serviço público que, desde sua implantação, em 2014, poupou a emissão de mais de 12 mil kg de gás carbônico na atmosfera.

Benefícios acessíveis

A Smart City Laguna, em Croatá, São Gonçalo do Amarante/CE, ainda não está pronta, mas deve entrar no radar mundial assim que for lançada. Afinal, o projeto é considerado a primeira cidade inteligente social do mundo. Além disso, de todos os aspectos inerentes ao modelo, a ideia é que todos os recursos tenham um custo acessível. Criado para atender 25 mil pessoas, um lote de 150 metros quadrados custa R$ 30 mil e uma casa de 50 metros entre R$ 97 e R$ 99 mil.

Cada morador poderá checar informações como qualidade do ar e da água por meio de um aplicativo que funcionará como painel de controle não só da cidade, como da própria casa. Além disso, todo o empreendimento será conectado, com rede de internet wireless grátis e controle de iluminação pública por sensores. Ao mesmo tempo, a economia compartilhada será um dos pilares, partindo de carros e bicicletas aos itens menores como livros, por exemplo.

Energia, espaços conectados, economia e sustentabilidade. Estes assuntos não são mais “discussões do futuro”, estão na lista de consumidores cada vez mais exigentes e pedem adaptações de mercado.

Para saber os impactos, rumos e soluções reservados para a área de iluminação, decorativa, técnica ou pública, fique ligado em todas as informações sobre a 17ª EXPOLUX. Assine a nossa newsletter e acompanhe nossos canais digitais.

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