5 principais mudanças no perfil do consumidor por causa da pandemia

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O confinamento, o distanciamento social, e o fechamento de shoppings, estabelecimentos comerciais, bares e restaurantes, fizeram com que os consumidores começassem a valorizar ainda mais alguns pontos no momento de compra. Com a pandemia, surgiu uma preocupação maior com segurança, higiene, saúde, bem-estar, comprometimento das empresas com o coletivo, com as comunidades e com o meio ambiente. Tudo isso, por sua vez, trouxe mudanças para o perfil do consumidor.

Mapear este novo comportamento é fundamental para empresas de todos os setores, incluindo iluminação, seja residencial, industrial ou comercial. Em outubro, a Fecomercio SP realizou a pesquisa “Transitório ou permanente: a pandemia e o novo comportamento do consumidor”, que revela as cinco principais mudanças neste sentido.

Segundo a Federação, embora alguns sejam provisórios, há a tendência de que alguns processos sejam definitivos. Por isso, veja 5 mudanças no perfil do consumidor trazidas pela pandemia.

Home office

Mesmo que tenha sido adotado às pressas por grande parte das empresas e sem muito planejamento, tudo indica que veio para ficar, pois acabou se consolidando como uma boa alternativa para ajudar a reduzir custos.

Viagens de negócios

Muito afetadas pela pandemia, as viagens de negócios devem continuar em queda. Além de economizar com passagens e hospedagens para funcionários, as empresas podem passar a considerar a questão do tempo de deslocamento, que pode ser utilizado para outras atividades. Além do que, as reuniões virtuais também se mostraram bem eficientes.

Aplicativos e comércios de bairro

A pandemia acabou estimulando o uso de aplicativos para compras e outros serviços. Segundo a pesquisa, esse é um comportamento que deve permanecer por conta da comodidade. Quando o delivery não for uma opção, os consumidores tendem a optar pelo comércio de bairro, um dos setores que se beneficiou no período.

Cursos online

Especialmente os cursos on-line de curta duração foram os mais procurados. A exigência de aperfeiçoamento do mercado de trabalho pode contribuir para que a modalidade caia ainda mais no gosto do consumidor.

Carro próprio

Com a possibilidade de o home office ser adotado por empresas e, após a adaptação das pessoas e o boom dos carros de aplicativos, muitos motoristas devem reavaliar a necessidade de manter um veículo na garagem gerando gastos com seguro, combustível, manutenção e impostos.

Um perfil do consumidor mais volátil

A verdade é que algumas dessas mudanças podem não se consolidar. Se tem um ensinamento que a pandemia realmente trouxe é que não é possível prever acontecimentos, mesmo que alguns deles sejam evidentes.

À medida em que a vida vai voltando ao “normal”, ainda é preciso ter cuidado para que o Brasil não veja as curvas de contágio subirem novamente. A Trurth Central, unidade de inteligência global do McCann Wordgroup, realizou outra pesquisa que foi divulgada pelo veículo de comunicação Propmark, parceiro da Associação Brasileira de Anunciadas, a ABA, e identificou cinco perfis de atitudes diante da fase de reabertura das atividades pós-pandemia.

Entre os mais de 16 mil entrevistados em 18 países, 50% foram classificados como cautelosos (seguem as regras cuidadosamente), 21% se mostraram condicionais (seguem algumas regras e outras não), 6% são conformistas (ignoram todas as regras), 13% criativos (seguem suas próprias regras) e 9% deles não sabem quais são as regras. De acordo com o presidente da McCan para América Latina e Caribe, Fernando Fascioli, “agora, mais do que nunca, os consumidores estão se adaptando e estão abertos à mudança, e esse é um terreno fértil e desafiador ao mesmo tempo, para o marketing e para as marcas”, afirmou Fascioli à Propmark.

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